O Governo Federal publicou nesta terça-feira, 15, uma lista com os setores mais impactados pela pandemia do Coronavírus, desde que foi decretado o estado de calamidade no país. A publicação foi feita no Diário Oficial da União, por meio da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade.
De acordo com a documento, a lista de atividades é destinada a "orientar as agências financeiras oficiais de fomento, inclusive setoriais e regionais, acerca dos setores mais impactados pela crise ocasionada pelo Covid-19."
No topo do ranking está atividades artísticas, criativas e de espetáculos, enquanto o setor de transporte ocupa as próximas quatro posições listadas, na seguinte ordem: transporte aéreo; transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros; transporte interestadual e intermunicipal de passageiros; e transporte público urbano.
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(Foto: Pixabay)
Confira os setores mais impactados pela pandemia
- atividades artísticas, criativas e de espetáculos;
- transporte aéreo;
- transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros;
- transporte interestadual e intermunicipal de passageiros;
- transporte público urbano;
- serviços de alojamento;
- serviços de alimentação;
- fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias;
- fabricação de calçados e de artefatos de couro;
- comércio de veículos, peças e motocicletas;
- tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados;
- edição e edição integrada à impressão;
- combustíveis e lubrificantes;
- fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores;
- extração de petróleo e gás, inclusive as atividades de apoio;
- confecção de artefatos do vestuário e acessórios;
- comércio de artigos usados;
- energia elétrica, gás natural e outras utilidades;
- fabricação de produtos têxteis;
- educação privada;
- organizações associativas e outros serviços pessoais;
- fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis;
- impressão e reprodução de gravações;
- telecomunicações;
- aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos de propriedade intelectual;
- metalurgia;
- transporte de cargas (exceto ferrovias);
- fabricação de produtos de borracha e de material plástico;
- fabricação de máquinas e equipamentos, instalações e manutenções;
- atividades de televisão, rádio, cinema e gravação/edição de som e imagem;
- saúde privada;
- fabricação de celulose, papel e produtos de papel;
- fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas; e
- comércio de outros produtos em lojas especializadas.
Mercado pós-pandemia vai exigir novas habilidades dos profissionais
A crise causada pelo Coronavírus impactou diversos setores e impulsionou mudanças, principalmente no mercado de trabalho. Para lidar com tantas transformações, os profissionais precisarão desenvolver habilidades que, agora, serão consideradas essenciais.
Para compreender melhor o cenário e apontar tendências para profissionais e empresas, a Workana - plataforma que conecta freelancers a companhias da América Latina - realizou um estudo entre os meses de abril e maio deste ano.
Um dos tópicos abordados é a necessidade de adaptação dos profissionais. Se as habilidades exigidas para desempenhar um bom trabalho já estavam em constante transição, com o home office as mudanças vieram ainda mais rápido.
Segundo a Workana, o estudo contou com a participação de profissionais freelancers, celetistas (carteira de trabalho) e empreendedores e líderes de pequenas e médias empresas (MEIs).

















