A Stone, empresa que atua na indústria de pagamentos, cadastra para o seu Programa Jovem Aprendiz. Os currículos são aceitos durante todo o ano e jovens, com idade entre 14 e 24 anos, podem se candidatar. As oportunidades são para atuação no Rio de Janeiro.
Além da idade, é preciso estar matriculado em uma unidade de ensino, com frequência ativa. A empresa afirma ainda que procura jovens proativos, dinâmicos e que tenham muita vontade de aprender.
"Valorizamos a diversidade e a inclusão, cultivando um ambiente aberto e inclusivo, respeitando e valorizando as diferenças", garante a empresa.
Atualmente, as vagas de jovens aprendizes são para as seguintes áreas:
- Comercial;
- Tecnologia;
- Relacionamento com o Cliente;
- Logística;
- Risco;
- Financeiro;
- Pessoas & Performance;
- Jurídico;
- Relações Institucionais; e
- Marketing.
+ Supergasbras inscreve para trainee no Rio até 12 de julho
Os interessados podem cadastrar seus currículos no perfil da Stone no LinkedIn. De acordo com a empresa, as vagas de jovens aprendizes estão disponíveis durante o ano todo e são preenchidas conforme a demanda da companhia.
(Foto: Stone)
Veja também
- CIEE Rio seleciona para 194 vagas de jovem aprendiz
- Pandemia acelerou novidades no mercado de trabalho
Saiba como funciona um programa de jovem aprendiz
Assim como a Stone, diversas empresas selecionam, todo ano, jovens para o seu quadro de pessoal. Mas o que é um jovem aprendiz? O programa é um projeto do Governo Federal criado a partir da Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000).
Desta forma, a Lei determina que empresas de médio e grande porte contratem jovens como aprendizes. O contrato de trabalho pode durar até dois anos e, durante esse período, o jovem recebe aprendizado teórico (em sala de aula) e prático (dentro da empresa contratante).
Segundo o portal Vagas.com, a ideia é que o jovem receba capacitação para melhorar habilidades na área que atua na empresa. Para participar dos programas, normalmente, é preciso ter entre 14 e 24 anos e estar matriculado ou já ter concluído o nível médio.
Estudantes de escolas públicas podem ter preferência na seleção e a frequência e o desempenho escolar também podem ser diferenciais no processo de recrutamento.
Vale lembrar que, além da aprendizagem, os jovens têm o trabalho registrado na carteira e contam com direitos trabalhistas e previdenciários, como salário, 13º e férias.

















