Nesta semana, a Caixa Econômica Federal começa creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. Segundo o governo, 58 milhões de pessoas estão aptas a receber o dinheiro.
Quem é beneficiário do Bolsa Família vai começar a receber a partir desta segunda-feira, 18, pois o benefício possui um próprio calendário que segue o Número de Identificação Social - NIS. Recebem no primeiro dia aqueles com o final do NIS 1, seguindo até o dia 29 de maio da seguinte maneira:
- NIS de final 1 - 18/05
- NIS de final 2 - 19/05
- NIS de final 3 - 20/05
- NIS de final 4 - 21/05
- NIS de final 5 - 22/05
- NIS de final 6 - 25/05
- NIS de final 7 - 26/05
- NIS de final 8 - 27/05
- NIS de final 9 - 28/05
- NIS de final 0 - 29/05
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Para os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) que não recebem o Bolsa Família, bem como os que se inscreveram pelo site ou pelo aplicativo da Caixa, o cronograma de pagamentos começa na quarta-feira, 20, e segue a liberação pela data de nascimento. Confira:
- janeiro e fevereiro - 20/05
- março e abril - 21/05
- maio junho - 22/05
- julho e agosto - 23/05
- setembro e outubro - 25/05
- novembro e dezembro - 26/05
O auxílio emergencial será creditado na conta digital da Caixa, no entanto só estará disponível para pagamentos de boletos e operações com o cartão de débito virtual criado pelo banco. Há um terceiro calendário para liberação da transferência e saque em dinheiro., a partir do dia 30, que também segue o mês de nascimento:
- janeiro - 30/05
- fevereiro - 01/06
- março: 02/06
- abril - 03/06
- maio: 4 de junho
- junho: 5 de junho
- julho: 6 de junho
- agosto: 8 de junho
- setembro: 9 de junho
- outubro: 10 de junho
- novembro: 12 de junho
- dezembro: 13 de junho
Primeira parcela
No último sábado, 16, a Caixa creditou R$246 milhões para 405.163 pessoas ainda da primeira parcela. Entre os dias 19 e 29 de maio, mais de 8,3 milhões de beneficiários vão receber o primeiro pagamento do auxílio emergencial.
Nesse novo lote de pagamento, quem desejar realizar o saque nas agências também deverá seguir um cronograma pelo mês de nascimento. Na terça-feira, 19, o pagamento atenderá os nascidos em janeiro. Confira o calendário:
- janeiro - 19/05
- fevereiro - 20/05
- março - 21/05
- abril - 22/05
- maio, junho e julho - 23/05
- agosto - 25/05
- setembro - 26/05
- outubro - 27/05
- novembro - 28/05
- dezembro - 29/05
Caso o beneficiário não consiga ir ao banco no dia correspondente, poderá ir em algum dia posterior. “Quem receber a primeira parcela nesse novo calendário não receberá a segunda parcela também. Senão, seria o caos”, disse Pedro Guimarães, presidente da Caixa, em coletiva na última sexta-feira, 15
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Com vetos, Bolsonaro sanciona lei que amplia auxílio emergencial.
Na última sexta-feira, 15, o projeto de lei que amplia os beneficiários do auxílio emergencial foi sancionado, com vetos, pelo presidente Jair Bolsonaro. Agora, mulheres menores de 18 anos que são mães poderão receber o auxílio emergencial.
No entanto, o governo vetou a possibilidade de homens que são chefes de família monoparental receberem cota dupla do benefício (R$1.200). Pelas regras em vigências, apenas mães solos podem receber duas cotas de auxílio.
Segundo a ministra Damares Alves, a ampliação do benefício aos pais colocaria em risco o pagamento adicional às mães. Ela justificou dizendo que o Congresso não estabeleceu mecanismos que impeçam pais ausentes de receberem o dinheiro, de forma fraudulenta, no lugar das mães que realmente cuidam das crianças.
Bolsonaro também vetou a ampliação do auxílio emergencial a outros profissionais que não estão inscritos do Cadastro Único (CadÚnico). O texto do projeto especificava profissões que poderiam receber o dinheiro, como agricultores, motoristas de aplicativo e ambulantes.
Saiba mais: Senadores querem derrubar veto à expansão
Segundo o governo, a proposta feria o princípio da isonomia ao privilegiar algumas profissões em razão de outras. Outra justificativa para o veto foi a falta de especificações do Congresso sobre origem da verbo e o impacto nas contas públicas.
Com a sanção, a lei passa a entrar em vigor imediatamente. Os vetos voltarão ao Congresso para serem analisados e os parlamentares poderão manter ou derrubar a decisão do governo.

















