Será que a sua empresa está pronta para o futuro do mercado de trabalho? Essa pergunta parece complexa e reflexiva demais, né? Mas, em meio ao cenário atual ela é bem necessária para que se possa começar a pensar nos próximos passos ou em um plano de ação.
Independentemente da resposta, a pandemia do novo Coronavírus ligou diversos alertas e trouxe novos panoramas para o mercado de trabalho.
As empresas e profissionais começaram a enxergar a necessidade dos seus serviços de formas diferentes e maiores possibilidades de como podem impactar um cenário econômico e social.
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Mas, em meio a toda essa contextualização, será que a sua empresa se sente pronta para o futuro do mercado de trabalho após uma nova concepção de que o home office chegou para ficar, por exemplo?
Essa resposta você confere com base em dados. Quer saber mais? Continue lendo este artigo!
Pesquisa responde! (Foto: Divulgação)
Pesquisa aponta que 44% das empresas não estão prontas para este cenário
Embora pareça que muitas empresas já tenham se adaptado às mudanças e ao novo cenário após a pandemia, nem todas estão 100% alinhadas com a proposta.
Uma pesquisa realizada pela edtech FRST Falconi constatou que 44% das empresas não estão prontas para o futuro do mercado de trabalho.
Entretanto, o mesmo levantamento relata que cerca da metade dessas empresas abriu espaço para profissionais de áreas específicas, como: dados, transformação digital e inteligência artificial.
E tudo isso muito diz respeito à consolidação do home office em função da pandemia do novo Coronavírus, que trouxe novas vertentes e propostas para que profissionais tenham que se adaptar enquanto parte de um negócio.
Logo, temos um cenário em que:
→ quatro em cada dez empresas acreditam não estar preparadas para o futuro do mercado de trabalho
Principais competências desejadas pelos profissionais
Com isso, é possível destacar quais são as principais competências desejadas pelos profissionais, sendo elas:
- inteligência emocional;
- liderança;
- capacidade de solucionar problemas complexos, de colaboração e de inovação.
Além disso, a pesquisa ainda cita a falta de flexibilidade cognitiva - a famosa capacidade de "pensar fora da caixa".
Segundo os dados, também, o principal desafio que as empresas enfrentam é o de achar no mercado profissionais com tais habilidades. Até porque, para 78% das empresas, as competências exigidas atualmente pelo mercado são totalmente diferentes das que eram exigidas há dez anos e que tornaram grandes organizações bem-sucedidas no passado.
"A capacidade técnica deixa de ser protagonista e o líder capaz de lidar com esta nova realidade é aquele que desenvolve e aperfeiçoa suas human skills. Além disso, ao criar uma cultura de aprendizado, as empresas implementam a mudança de mentalidade e as condições de desenvolvimento necessárias para se ter sucesso nos mais diversos cenários", garante Juliana Scarpa, CEO da FRST..
Veja mais informações da pesquisa
⇒ 88% investe em programas para desenvolver seus profissionais
⇒ um terço delas ainda tem dificuldade em mensurar os resultados desses programas e os seus impactos no negócio
⇒ 29% das companhias tem como maior dificuldade conectar o aprendizado aos resultados
⇒ 20% destacam o desafio de aplicar esse conhecimento ao dia a dia de trabalho.
"O processo tradicional de aprendizagem na educação profissional ou executiva ainda é linear e, para desenvolver as novas habilidades profissionais, é preciso que o conhecimento esteja integrado à execução, ou seja, conectado ao problema que se quer resolver e ainda, que engaje o usuário, de modo a reduzir o abandono da jornada de aprendizado", explica Juliana.
















